quarta-feira, 13 de agosto de 2008

X: - Vai mulher, abraça o Patativa ai, ai eu tiro a foto...
Sarah: - Nêêêm, todo mundo tem foto abraçado com o Patativinha, vô dá um selinho nele, mas tira logo porque eu inda tenho que fotografar uns documentos na biblioteca pública...
X: - Ô bixa doida...


domingo, 10 de agosto de 2008


(Clique na foto)

Da janela eu vejo a rua

Onde ele caminha todo o dia
Ele passa
E sempre acha graça quando me vê

Ele passa tão depressa
Que eu não tenho tempo
E nem coragem
De abrir a boca e fazer a pergunta que eu ensaiei

Da janela eu vejo a rua
Onde ele caminha
No fim do dia
Na volta pra casa
Já está tão escuro que ele ja não mais me ve

Mas eu tenho que chamar
Eu tenho que gritar
Eu tenho que fazer ele parar
Quem sabe até fazer ele voltar
Eu tenho mesmo é que perguntar

(Da Janela - Nenhum de nós)

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!
Charles Chaplin

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Segundo alguns psicanalistas, quando se apaixona,
você não se relaciona com alguém de carne e osso,
mas com uma projeção criada por você mesmo;
E a projeção que fazemos é a de um ser absolutamente perfeito.
Mas depois de um período a projeção acaba,
e você passa a enxergar de verdade a pessoa com quem está se relacionando.
Invariavelmente, algumas virtudes do parceiro ou da parceira
vão embora junto com a projeção, outras ficam...
E se o que ficou de cada um for suficiente para os dois,
a relação perdura, caso contrário...
Ninguém sabe o que faz o botãozinho ligar e iniciar uma nova projeção,
as vezes é quando menos se espera... ;]

O amor é inexplicável, mas tem umas coisas que você pode entender!

domingo, 29 de junho de 2008

NOTA INFORMATIVA
Algumas pessoas possuem o dom de me deixar confusa...
De me deixar sem saber o que pensar, sem saber o que fazer, sem entender nadinha, nadinha...
Pense num nó no juizo. Minha cabeça tá fumaçando, saindo faísca...

quarta-feira, 25 de junho de 2008

E se eu fosse diferente, sabe-se lá como eu seria...

Cada mania, cada defeito, cada peculiariedade, cada mínimo traço de caráter, cada manifestação, gesto, ou palavra pronunciada faz de mim única.
Todos os erros cometidos, experiências vividas ou não, cada vez que eu exitei, que eu temi ousar, cada não recebido, cada não dado, cada dia de sofrimento ou alegria, cada lágrima derramada ou sorriso dado, faz de mim o que eu sou hoje.
Essa pessoa insegura, que não demostra suas fragilidades, e que é desenvolveu um complexo sistema de auto-defesa.
Se eu pudesse escolher, eu não seria diferente, não faria diferente, porque minhas ações poucas vezes são fruto da emoção, eu sempre faço o que acredito ser melhor p mim, eu não mudo de idéia tão fácil.
Talvez se eu não confiasse tanto nas pessoas eu quebraria menos a cara, se eu não acreditasse sempre na palavra do outro, se eu não visse bondade em todos e olhasse mais no olho, acredito que me enganaria menos.
Sou bruta, ignorante, sem paciência, hiperativa, desatenta... sou fruto do meu passado. Sou "stranha". Sou feliz. ;]

domingo, 22 de junho de 2008

Necessidade vital de pontos de interrogação.

Aquela necessidade louca e descontrolada de ter uma explicação lógica para tudo, como funciona, por que é assim e não assado, por que levou a esse resultado, e se não fosse assim como seria?
Por que as pessoas se comportam de tal forma, por que a sociedade impõe padrões, por que o padrão "x" foi imposto, por que "x" e não "y"... ou por que não uma terceira opção?
Por que eu sinto isso? O que é isso que eu sinto? Eu tô realmente sintindo isso ou eu tô ficando louca?
Mas... o que é ser louca prá você?
Será que ele vai gostar? Será que assim não seria melhor? O que ele tá pensando? Ele tá pensando?
e assim vai, uma pergunta leva a outra, que leva a outra, que leva a várias outras... "Eita! Já mudei foi de assunto, não tem problema." e assim eu vô questionando e indagando, e requestionando, reindagando, formulando teses, hipóteses... quando eu vejo, já amanheceu, a casa tá cheia de gente, falando, andando, então já é hora de dormir...